domingo, 17 de abril de 2011

Dez indomáveis Patifes

Os cabeças de lista do sócrates:

Helena André: a responsável pela maior taxa de desemprego de sempre!

Basílio Horta: o novo Freitas do Amaral, ou como uma asneira é sempre repetida!

António Serrano: a cereja no topo do estrume, e que faz a cereja alí?

Fernando Medina: industria e desenvolvimento: 2 coisas que não tivémos.

Ana Jorge: na história ficará como a ministra que enterrou o SNS.

Paulo Campos: O responsável pelo maior descalabro económico de sempre, o das obras públicas socialistas.

Pedro Marques:Outro gay do aparelho de Paulo Pedroso(sempre uma maneira eficaz de aos 29 anos ser secretário de estado)

Pedro da Silva Pereira: o his master voice por excelencia, caso clínico.

Vieira da Silva: ministro da nossa economia, mais concretamente: do caos.

António José Inseguro: no comments!

Ricardo Rodrigues:O PIDE de serviço, versão nonsence!

Ferro Rodrigues: O regresso do filho pedófilo.. óh mil perdões, do filho pródigo! e dos seus amiguinhos pequeninos (libera nos, Domine).

Francisco Assis: um foi santo, este compensou!

Mota Andrade: de nome verdadeiro Mota de Andrade, e é tudo o que dele se pode dizer.

Carlos Zorrinho:O responsável pela estrategia energética que fez da EDP o maior devedor privado do país.

João Soares:presidente de camara, comerciante de marfim, pirómano.

José Junqueiro: o ministro das câmaras socialistas, fracassado contudo.

Jacinto Serrão:O ressabiado da madeira, outro caso clínico: sindroma de Calimero.

Circulo fora da realidade:
Carolina Almeida: quem?
Paulo Pisco : o dito cujo de serviço, mas isto interessa a quem?.

Lista Negra

Não vá a memória falhar, aquí fica uma lista de quem tem um dia destes que prestar contas pelo seu comportamento:

-José Sócrates
-
-António José Seguro

-Rui Herbon
-Fernanda Câncio
-Miguel Vale de Almeida
-Ana Matos Pires
-

(continua)

Onde se fala do FMI, da UE, dos partidos e dos nossos jornalistas. Uma caldeirada por tanto.

Os nosso jornalistas, essencialmente uma classe de impreparados e com grandes responsabilidades na situação em que estamos (pela falta de ética, de rigor, de preparação técnica, de cultura geral básica, de inteligencia, etc.), já deveriam ter percebido que se a UE e o FMI falam a duas vozes, a primeira mais desafinada com a nossa marcha fúnebre, é porque a UE não existe de facto para lá dos paises que a formam e respectivas forças partidárias. Forças essas que tem que levar em conta os respectivos eleitorados e por conseguinte, tem que manter, em toda a sua linha de actuação, um discurso para consumo interno, mesmo que por vezes desafine com a chamada Realpolitik .
O FMI, bom, é apenas o FMI, tem o discurso que a realidade impõe e por certo compreende o fenómeno que escapa aos nossos jornalistas.
O mesmo fenómeno que podemos aliás, encontrar na nossa própria fauna política. Também os nossos partidos tem duas vozes dissonantes, uma para as ocasiões pontuais em que são chamados à realidade, outra para as respectivas massas brutas. A primeira titubeia a segunda vocifera.
Naturalmente isto é mais evidente à esquerda que à direita. A Esquerda é por definição o baluarte das quimeras de ouro e ilusões utópicas para consumo popular. A Direita tem a responsabilidade de lidar com a realidade distópica, alguém tem de fazer o trabalho!
Face a uma realidade dissonante com os sonhos socialistas em que nos embalaram, temos dolorosamente que acordar e rever toda a matéria que nos impingiram.
No sonho havia uma Europa una e coesa, a uma só velocidade (deviamos ter desconfiado) e um Euro forte e revigorante, sob a égide do qual floresceriam as economias europeias. Subitamente alguém nos atirou um balde de água fria sob a cabeça e acordámos!

A Europa não passa afinal de uma partener do FMI e o Euro, qual ouro dos tolos, é apenas um peso morto sob as nossas enfraquecidas economias.

Querem uma solução? Vamos dar como perdidos este últimos trinta anos e voltar atrás, voltar a 1980 e optar então, não pela quimera europeia, mas por outra via, quiçá a marítima.

Optar por uma espécie de convergência entre o modelo Suiço e a nossa vocação Atlântica e Africana.
E não estou a falar de chocolates, importação de mão de obra barata ou aventureirismo mercenário.
Estou a falar de um povo honrado que já fomos, em quem se podia confiar. Falo de termos crédito e fundos a nós confiados, falo de paraíso fiscal e de fomento ao investimento, falo de segurança, de verdadeira liberdade (não confudir portanto com libertinagem) e em suma da tranquilidade perdida.

Falo ainda de colaborarmos com os Brasís, com as Angolas e as Moçambiques no sentido de eliminarmos tudo aquilo que impede estes povos de usufruirem dos seus próprios recursos.
Falo de derrubarmos este regime que nos oprime, e ajudarmos os outros a derrubar o deles.
Nunca fomos europeus, foi apenas uma sonho côr-de-rosa que desbotou. Mas fomos e somos e falamos Portugal. Todos, até os jornalistas!

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